Fotos em Fukushima! (cenas fortes)

Documentário mostra fotografo em Fukushima, após o acidente nuclear

O fotógrafo Donald Webber é um apaixonado por fotografia e por um tema em específico: mostrar como é o “mundo atômico” em que vivemos e quais são as consequências de um problema nuclear. Por isso, ele foi o primeiro fotógrafo a visitar a zona de exclusão de Fukushima, logo após os desastres ocorridos na região em 2011. Ele fez fotos bem impressionantes.

Donald já fotografou o que restou de Chernobyl, tanto as partes inabitáveis, quanto a população que permanece na região. Logo depois que a cidade foi evacuada, ele decidiu ir até a cidade e mostrá-la para o mundo. As casas abandonadas de uma hora para outra, as ruas destruídas pela tragédia e até um corpo que ficou esquecido em uma plantação. Tudo isso é mostrado no documentário feito pela Vice. Veja:

Veja as fotos da zona de exclusão de Fukushima (CENAS FORTES):

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Quem disse que a arte deve ser “entendida”?

Quantas vezes você já disse ou ouviu alguém dizer que “não entende arte”?

Com apenas 77 centímetros de altura e 53 de largura, Lisa Gherardini, mulher de Francisco del Giocondo, mais conhecida como a Mona Lisa, é uma das mais famosas e populares obras de arte da história da humanidade e, possivelmente, a mais estimada em termos de avaliação – já que, fora do mercado, a pintura à óleo sobre madeira de álamo se encontra, desde a Revolução Francesa, no museu do Louvre, em Paris, sendo, neste, a maior atração.

Iniciada nos primeiros anos de séculos XVI e retratando o padrão de beleza feminino da época, o trabalho do renascentista polímata Leonardo Da Vinci é constantemente alvo de cobiça e revolta ao longo dos tempos: registra-se desde ataques realizados por turistas, que atiraram objetos na tela exposta, até o famoso roubo ocorrido há 101 anos, cujo rol de suspeitos figurava o pintor espanhol Pablo Picasso e o poeta vanguardista e crítico de arte francês, Guillaume Apollinaire. A obra reapareceu dois anos mais tarde, nas mãos de Peruggia, italiano patriota que a afanou com o fito de devolve-la ao seu berço natal: a Itália, lugar do qual tinha sido antes tomada por Napoleão Bonaparte.

Gioconda, no entanto, além de representar os mais diversos significados subliminares captados pelos eruditos da arte, desperta algo mais que cobiça e revolta: intimidação. Pergunto: o que faz a Mona Lisa de Leonardo ser “melhor arte” do que os afrescos de um pintor amador capixaba? Afinal, o que define a arte? Isto é, o que é a “boa arte”?

Bom, como dito, muito embora fora do mercado, o quadro renascentista é estimado como, possivelmente, o mais valioso da história da arte. Junto com Mona Lisa, temos outros exemplos de valiosos “intocáveis”: “O Grito”, de um dos precursores do expressionismo alemão, Edvard Munch, cuja uma de suas cinco versões foi vendida em leilão por 120 milhões de dólares em maio deste ano; o cubismo em “Nu, Folhas Verdes e Busto”, de Picasso, arrematada por 106,5 milhões de dólares; e, pra não citar mais, a recordista de venda, “Os Jogadores de Cartas”, do pós-impressionista francês Paul Cézanne, adquirida pela família real do Qatar por 250 milhões de dólares no ano passado. 

Assim, a arte ganhou o mercado, sendo que o valor econômico das peças é altamente influente para o status da mesma no gosto dos apreciadores. Da mesma forma que a “boa moda” é a moda cara, ou seja, que o bem vestido é o que consome as grandes marcas, na arte tal regra da sociedade consumista não é diferente – Picasso e Monet são, assim como Gucci e Armani, grandes marcas, da mesma forma se enquadram neste conceito os já citados Leonardo, Munch e Cézanne. Marginalizado, portanto, é aquele que não consome grandes marcas, ou aprecia bons artistas. Andy Warhol, notório empresário e artista – conhecido pela sua influência no movimento pop-art – já dizia que “fazer dinheiro é arte, e trabalhar é arte, e um bom negócio é a melhor arte”. Tais dizeres claramente mostram a realidade atual do contexto artístico na sociedade, em contradição ao intento e à função que a arte sempre teve: provocar no apreciador um sentimento através de uma sutil e sensível forma de comunicação. A arte, portanto, é subjetiva, o que faz com que nem todos enxerguem algo interessante na nossa Mona Lisa, assim como nem todos devem achar bonito aquele pequeno jacaré estampado na blusa.

De repente, a arte virou um negócio e este aspecto econômico que a envolve cresce de forma inversamente proporcional à inclusão cultural e artística da sociedade. De repente, foram criados pré-requisitos para se olhar para um quadro, como se necessário algum conhecimento intelectual prévio para se gostar ou não de uma imagem. De repente, as pinturas espantaram a própria sociedade que as inspira. De repente, a arte deve ser entendida.

Victor Sartório

Acampamento de Luxo: Nadadores no Deserto!

Em 2010, levei a Gabi, em conjunto com um casal de amigos para acampar no Pico da Bandeira (Caparaó) e posso afirmar com todas as letras que provavelmente nunca consiga fazer com que ela acampe de novo!

Reconheço que a experiência foi traumática para as meninas, que sofreram com chuveiros frios e sujos, falta de estrutura, fome, desconforto, frio e cansaço.

Mas também não posso negar que foi uma aventura inesquecível, e que teremos histórias para o resto de nossas vidas, com algumas delas proibidas até mesmo de serem contadas nesse blog (o horário não permite! rsrs)

Agora, de uma coisa é certa… Se a experiência fosse no acampamento abaixo, não teria grandes problemas. Acho até que ao contrário. Viraríamos frequentadores assíduos. 

Estou falando do Adventur Camp – Swimmers in the desert, o 1º acampamento de luxo da América Latina.

A filosofia dos “Nadadores do Deserto”, foi criada em 2010 por dois experientes viajantes espanhóis que buscaram recriar as viagens expedicionárias cheias de glamour que a aristocracia européia organizava na África e Índia no início do século passado. 

O acampamento está localizado no Oásis de Tilomonte no Deserto do Atacama e é composto por barracas espaçosas e confortáveis ​​desenhadas pelo General Americano Henry Sibley em nada mais, nada menos que 1890. As 10 tendas são decoradas com elementos naturais, como galhos, madeiras e artesanato tradicional, a mesma mistura perfeitamente o rústico com o moderno, onde vc encontra camas confortáveis ​​com lençóis e edredons de 400 fios para o frio do deserto, compondo com esses elementos um cenário único e idílico. 

Conta ainda com uma tenda de jantar acolhedora, onde são servidos jantares da alta gastronomia sob o céu estrelado do deserto e o melhores vinhos chilenos e possui ainda, uma a área central com uma enorme lareira que anima o acampamento nas noites com o máximo de cuidado em cada detalhe, completando a lista de atrativos. 

Cada detalhe é preenchido, para tornar o local de acampamento, um verdadeiro oásis projetado para fazer dos Nadadores uma experiência no deserto inesquecível.

 

Mais detalhes AQUI!

Um passeio pela Ilha de Vitória

Como já disse aqui algumas vezes, sou Capixaba da Gema e apaixonado por minha cidade, Vitória. Capital do Estado do Espírito Santo, é localizada numa ilha e se caracteriza por sua beleza deslumbrante. 

Cidade também apelidada de Ilha do Mel (graças aos  índios goitacazes) ou Cidade Presépio (graças a sua mesclagem de morros e baixadas). 

Foi fundada em 8 de Setembro de 1551, sendo a 3ª capital mais velha do Brasil (Recife -1548 – e Salvador -1549 – são as outras).

Para aqueles que não conhecem a cidade ou nunca tiveram a oportunidade de realizar a navegação pela ilha de Vitória, segue abaixo algumas fotos que mostram um pouco das belezas dessa Capital. (as foram retiradas do Flickr e Panoramio)

Mover-se, Comer e Aprender…

“3 caras, 44 dias, 11 países, 18 voos, 38 mil milhas, um vulcão explodindo, 2 câmeras e quase um terabyte de imagens. Tudo para transformar 3 ambiciosos conceitos lineares baseados em movimento, aprendizagem e comida, em 3 bonitas e espero convincente curtas… = A viagem de uma vida.”

Essa é a descrição que segue os vídeos abaixo. Uma produção encomendada pela STA Travel Australia que enviou os tais 3 caras, Rick Mereki, Andrew Lees e Tim White em uma incrível viagem pelo mundo afora.  Uma viagem de 6 semanas amontoados em 3 vídeos de 1 min cada! 

Curtam os vídeos!

Mover-se:

MOVE from Rick Mereki on Vimeo.

Comer:

EAT from Rick Mereki on Vimeo.

Aprender:

LEARN from Rick Mereki on Vimeo.

Primeiro Ingresso da Disney!

Primeiro Ingresso da Disney!

Vc lembra quando foi sua primeira vez na Disney?

Muitos guardam o primeiro ingresso como lembrança desse momento especial, como o dessa foto. O da foto acima, é o 1º ingresso vendido pela Disney World em 1955 e hoje, com certeza, deve valer uma nota! rs…

Ainda não foi a Disney? Está esperando o que para conhecer o Mundo Mágico de Disney World?

E o MS tem novidades a caminho… Logo logo estaremos desembarcando na Terra Encantada novamente, com algumas novidades! E que venha a contagem regressiva…

Vamos viajar!!!

Novidades no Blog…

Viajantes,

O blog esta semana trás algumas novidades bacana.

Para quem não reparou, lá no topo do blog, temos algumas “páginas”, onde tratamos de alguns assuntos diversos.

Entre eles, temos o “AJUDANDO NA SUA VIAGEM“, que será destinado a ajudar os visitantes em suas viagens. Poderão realizar a busca de passagens, hotéis, carros para locação, solicitar roteiros e dicas em especifico e por ai vai.

Temos também um espaço que será chamado de “MALA CULTURAL“, que contará com o apoio do cabeça pensante Victor Sartório, onde sempre publicaremos algo relacionado a cultura geral (música, cinema, literatura, etc…).

Por fim, temos as abas “SOBRE” e “CONTATO” que são auto-explicativas! rsrs…

Fiquem à vontade para enviar sugestões e criticas.

E vamos viajar!!!


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