Como pode-se ver pelo próprio titulo do Blog, uma das nossas expectativas é de que um dia possamos visitar tantos países que possamos completar uma “Volta ao mundo”. (Nesse ponto a Gabi’s esta com alguns corpos de vantagem, uma vez que já morou na Espanha e EUA e rodou por quase toda Europa por 30 dias com o pai. Hehehe!)

Esse é um grande sonho meu que andava adormecido (e acredito fielmente que um dia o realizarei!), mas ontem ao assistir um documentário na National Geographic esse desejo veio a tona novamente.

Trata-se do documentário “Volta ao mundo em 52 Semanas” no qual o cineasta Graham Hughes viajou por 137 países em 52 semanas (um ano) sem voar, ou seja, utilizando-se somente de transporte terrestre e aquático.

Chega de enrolação e vamos falar da tal RTW (Round The World – Volta ao Mundo), a passagem aérea que te permite fazer o que Phileas Fogg, personagem de Julio Verner, fez dentro de um balão, porém em menos (ou até mais, se você quiser) de 80 dias.

Como se sabe, dar uma volta ao mundo não é nada barato e se nós pensássemos em comprar passagem por passagem (já que não temos o balão… rsrs) e completar todo o percurso, o valor ia ser absurdo!

O assunto é grande e possui varias regras, sendo assim vou dividi-lo em alguns posts.

Esse primeiro post é sobre as regras gerais e os demais sobre cada um dos grupos que vendem essa passagem, com suas características particulares.


Existem hoje 3 grupos de cias. aéreas que comercializam a tal da passagem RTW. De acordo com as empresas que são parceiras de cada aliança, eles oferecem voos para determinados destinos. São elas:




A diferença entre elas é o número de aeroportos e de países que são atendidos, mas basicamente todas obedecem algumas regras gerais como:

  • Limite de trechos a serem voados (15 ou 16, dependendo do grupo);


  • Duração mínima de 10 dias e máxima de 1 ano para utilização completa do bilhete;


  • Obrigatoriedade de começar e finalizar a viagem no mesmo país;


  • Preços calculados a partir da classe escolhida para os voos e de número de milhas percorridas;


  • Obrigatoriedade de viajar sempre no mesmo sentido (de leste para oeste OU contrário), sem mudar a direção;


  • Liberdade para alterar datas sem pagamento de multas, obedecendo o período mínimo de cada cia.;


  • Número máximo de milhas a serem percorridas.


Principais vantagens:

  • Preço (custo/benefício);


  • Facilidade de acesso e atendimento, pois são muitas cias. em cada grupo;


  • Acúmulo de milhas para trocar por passagens após o uso do bilhete RTW;


  • Flexibilidade de datas e horários de voos.


Lembrem-se que as regras podem mudar e os grupos podem receber ou retirar algumas cias. parceiras, então é sempre bom acompanhar o site de cada aliança.

Estas foram as primeiras pinceladas sobre o tema. Fica ai a dica para aqueles que desejam conhecer o MUNDO!

Logo logo crio o próximo post com mais informações especificas.

Abraços.

Fonte: mochileirodasmaravilhas.com
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